FENATE PARTICIPA DE PESQUISA DA CÂMARA FEDERAL  SOBRE O SISTEMA DE SAÚDE DO BRASIL

25.08.2014

Atendendo à solicitação (via telefone)  da Câmara Federal, mais especificamente do setor de Comunicação, a FENATE participa de uma pesquisa sobre o Sistema de Saúde do Brasil, que tem por objetivo saber a visão da sociedade sobre o atual sistema, as questões mais urgentes para o povo brasileiro e o que fazer para melhorar.  As perguntas envolvem desde o atendimento do SUS, dos planos de saúde, das consultas particulares e quais as dificuldades ou satisfações a respeito deste tema, envolvendo além da saúde, a educação dentre outros.

 

 

Salientando a sua opinião nas perguntas elaboradas pela Câmara, a Fenate reportou às reinvindicações deixadas no Gabinete do Ministro Gilberto Carvalho, sobre a aplicação da Lei 1080 – a Lei do SUS, quando solicitou-se a inclusão da categoria de Terapeutas. Lembrou que na oportunidade, a convite da Fenate, participaram deste momento o Conselho Federal de Medicina, diretores e presidentes de sindicatos estaduais de terapeutas, dentre outros. E solicita que se inclua nesta pesquisa a ratificação da inclusão da categoria nos programas de saúde do SUS.

Sugeriu ainda que o Ministério da Saúde deve caminhar junto com os Conselhos da Saúde, incluindo a Fenate, representando os Terapeutas, para debater sobre o TEMA SAÚDE NO BRASIL, e conjuntamente discutirem as soluções, os caminhos mais adequados para a real atividade do SUS, e um melhor atendimento à sociedade, que  continua precário, com uma sociedade desassistida, fora todo o conjunto de descasos existente com medicações, atendimentos, falta de respeito ao usuário, etc  lembrando que mesmo os que têm planos de saúde, só conseguem marcar consultas pelo plano com prazo de três meses ou mais, enquanto se for particular, tem seu atendimento marcado para  o dia seguinte.

Salientou ainda que existem modelos de assistência que dão certo, mas que não são copiados pelo TODO, afirmando que quando o Terapeuta for incluído nestes programas de fato e de direito, para atuar com as demais categorias multidisciplinarmente, os problemas da saúde no Brasil  estará  pelo menos 70%  resolvidos.